Olá!


Seja bem vindo (a) a esse espaço sobre Educação e Tecnologia. Fique a vontade para os comentários em relação aos assuntos expostos.

Um forte abraço e felicidades sempre,

Luiz Claudio



E-mail: luizclaudioblm@hotmail.com


domingo, 18 de abril de 2010

Blog 1




Blog é uma abreviação de weblog, qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog (últimas notícias de um jornal online por exemplo).

A maioria das pessoas tem utilizado os blogs como diários pessoais, porém um blog pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado em desenvolvimento de páginas para a internet.

Estou utilizando o blog como ferramenta pedagógica. A finalidade não é ensinar os alunos a fazer blogs, e sim a partir de postagens estimula-los a fazer a interpretação do tema proposto e postá-los como comentários.

Na escola Tecnológica Anísio Teixeira apresentei a proposta ao professor Lucival, coordenador da modalidade Proeja, que achou interessante a idéia, propondo que cada professor, interessado pelo projeto, criasse o seu espaço na Internet (Blog) e que se norteasse o trabalho rumo a interdisciplinaridade no blog educacional COMUNHÃO DOS SABERES.

Como anteriormente disse, não existe a necessidade de profundo conhecido para o desenvolvimento de um blog. Existem ferramentas muito fáceis de serem utilizadas, irei realizar uma seqüência de postagens, em meu blog, para que consigam desenvolver seus espaços virtuais.

Iremos utilizar o site www.blogger.com para criar nosso blog.

Assista o vídeo abaixo para criar seu blog:




Sete motivos para um professor criar um blog, segundo o site educacional http://www.educacional.com.br

1- É divertido

É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários.

2- Aproxima professor e alunos

Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.

3- Permite refletir sobre suas colocações

O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.

4- Liga o professor ao mundo

Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.

5- Amplia a aula

Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.

6- Permite trocar experiências com colegas

Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)

7- Torna o trabalho visível

Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?

Referências bibliográficas:

DICKINSON, Guy. Weblogs: can they accelerate expertise? Tese de mestrado em Educação da Ultralab, Anglia Polytechnic University, Reino Unido, 2003. Acesso em: 29 jul. 2005.

GENTILE, Paola. Blog: diário (de aprendizagem) na rede. Nova escola, jun./jul. 2004. Acesso em: 29 jul. 2005.

KOMESU, Fabiana Cristina. Blogs e as práticas de escrita sobre si na Internet. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.

LEARNING and Leading with Technology. BlogOn, 2005. vol 32, n. 6.

www.educacional.com.br/articulistas/betina_bd.asp?codtexto=636



quarta-feira, 31 de março de 2010

Internet 2



A internet é capaz de transmitir informações através de várias formas. Podemos ter informações apenas clicando em uma palavra ou imagem e sermos direcionados para uma outra página, ouvir um som ou para vermos um vídeo. O hiperlink norteia as informações a serem atingidas ligando vários pontos das páginas presentes na grande teia (Internet).

O hipertexto corresponde ao desvio para outra área textual diante do clique em uma palavra ou seqüência de palavras em evidencia. Todas as informações colocadas na internet estão baseadas em uma linguagem de programação chamada de Html.

O Html é o acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto. É uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web, os documentos HTML podem ser interpretados por browsers tendo a tecnologia como fruto do “casamento” dos padrões HyTime e SGML.

Nós, contidos no segmento tecnológico, sempre devemos ter a cultura da pesquisa. O texto faz referencia a hipermídia e sobre SGML, pesquise e comente sobre essas duas referencias citadas no texto.

Temos abaixo uma abordagem retirada da página http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2006/11/24/internet-ja-e-a-segunda-midia-de-massa-do-brasil/ Solicito que faça uma reflexão sobre a Internet como mídia e a exclusão digital. Poste como comentário o seu feedback.

Internet já é a segunda mídia de massa do Brasil

À frente da TV por assinatura (13 milhões de pessoas), jornais (3,1 milhões) e revistas (13 milhões), a internet ainda não é dona da maior fatia do bolo publicitário. A rede, apesar de seus mais de 32 milhões de usuários detêm apenas 1,9% da receita publicitária brasileira (versus 5,5% nos EUA e 10,5% na Inglaterra), de acordo com dados do primeiro semestre do Projeto Intermeios e danotícia de Ralphe Malzoni Jr. do IDGNow.

Talvez a explicação para tão pouca atenção dos anunciantes em relação à web esteja vinculada às agências de publicidade. Tais agências lucram muito mais ao colocar um anunciante no horário nobre da TV ou nas páginas consagradas de uma revista ou jornal de grande circulação do que na internet. Em minha opinião, esta postura está com os dias contados.

Como segunda mídia de massa no país e com expectativas de dobrar o acesso dos municípios à grande rede (segundo informações do Ministro das Comunicações Hélio Costa), o cenário dos investimentos publicitários dos grandes anunciantes tende a meu ver, ao menos, equilibrar-se com outros meios.

Alguns aspectos que valem ser comentados sobre a internet é que, muito embora ela possa ter a penetração de uma mídia de massa (e isso significa atingir milhões de usuários), a rede conserva também características de mídia dirigida. Isto é, capacidade de direcionamento de mensagens a públicos específicos, segmentação da audiência, mensuração e retorno concentrados em nichos de público e linguagem adaptável a cada segmento a que se dirige.

Com mais pessoas sendo incluídas na rede, mais acesso à banda larga, melhoria das métricas de medição das audiências online e criação de formas diferenciadas de exposição, os portais da web (e com o MercadoLivre, que é o sétimo endereço mais visitado da internet, segundo dados da comScore Media Metrix, não será diferente) tenderão a atrair mais verba de publicidade.

Um projeto interessante liderado pelo Ministério das Comunicações será trabalhado, por sua vez, para minimizar a exclusão digital e trazer à rede cada vez mais brasileiros. Municípios de todo o país terão acesso à web por meio de telecentros ou serviços de atendimento ao cidadão.

Evolução da rede, das métricas de mensuração, mais internautas, maior acesso à banda larga…quem sabe em menos de uma década a internet não supere a principal mídia de massa do país?

terça-feira, 30 de março de 2010

Bits e Bytes





Quando operamos computadores, comumente as palavras bits e Bytes entram em nosso vocabulário. Minha intenção é, através desta publicação, faze-los conhecer um pouco mais do sentido dessas palavras.

Utilizamos o sistema numérico decimal com 10 símbolos representativos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9) , muito provavelmente por possuirmos 10 dedos, por meio desses símbolos representativos podemos combina-los e representar os números no sistema décimal.

Para exemplificar, o número 6.357 possui quatro dígitos. Sabe-se que, no número 6.357, o 7 ocupa a posição de unidade, enquanto o 5 ocupa a posição de dezena, o 3 ocupa a posição de centena e o 6 ocupa a posição de milhar. Assim, caso queira ser explícito, poderá expressar esse número da seguinte maneira:
(6 * 1000) + (3 * 100) + (5 * 10) + (7 * 1) = 6000 + 300 + 50 + 7 = 6357

Outra forma de expressá-lo poderia ser na utilização de potências de 10. Suponhamos que o conceito de "elevado à potência de" seja representado pelo símbolo "^" ("10 ao quadrado" seria escrito como "10^2"). Assim uma outra maneira de expressar esse número é:
(6 * 10^3) + (3 * 10^2) + (5 * 10^1) + (7 * 10^0) = 6000 + 300 + 50 + 7 = 6357

Podemos perceber nessa expressão é que cada dígito é um marcador de posição para a próxima potência de 10, começando no primeiro dígito com 10 elevado à potência de zero.

Bytes
Os bits dificilmente estão sozinhos nos computadores. Normalmente são agrupados em conjuntos de 8 bits, chamados bytes. Por que existem 8 bits em um byte? Seria o mesmo que perguntar: "por que há 12 ovos em uma dúzia".
Com 8 bits em um byte é possível representar 256 valores, de 0 a 255, como mostrado abaixo:
0 = 00000000
1 = 00000001
2 = 00000010
...
254 = 11111110
255 = 11111111


O padrão ASCII

Os bytes são freqüentemente utilizados para conter caracteres individuais em um documento de texto. No sistema de caracteres ASCII, cada valor binário entre 0 e 127 está associado a um caractere específico. A maioria dos computadores utiliza o sistema ASCII, para também utilizar a gama completa dos 256 caracteres disponíveis em um byte. Os últimos 128 caracteres comportam elementos especiais, como caracteres acentuados de diversas línguas como o português.

Abaixo podemos vizualizar os 127 códigos padrão da tabela ASCII. Computadores armazenam documentos de texto, tanto no disco quanto na memória, utilizando esses códigos. Se você utiliza o Bloco de Notas do Windows para criar um arquivo de texto contendo as palavras "Estado do Pará”, o Bloco de Notas usaria 1 byte de memória por caractere (incluindo 1 byte para cada espaço entre as palavras, caractere 32 da tabela ASCII). Quando o Bloco de Notas armazena a sentença em um arquivo no disco, o arquivo também irá conter 1 byte por caractere e por espaço.

Faça esse experimento: abra um novo arquivo no Bloco de Notas e insira a frase "Estado do Pará”. Salve o arquivo no disco com o nome de Pará.txt. Utilize então o Explorer e veja o tamanho do arquivo. Você irá descobrir que o arquivo ocupa um espaço de 14 bytes no disco: 1 byte para cada caractere. Se você adicionar outra palavra ao final da sentença e salvar novamente, o tamanho do arquivo irá subir para o número referente de bytes. Cada caractere consome um byte.

Se olhássemos para um arquivo como um computador o faz, veria que cada byte contém um número, não uma letra; o número é o código ASCII que corresponde ao caractere (veja abaixo). Desse modo, os números para o arquivo no disco são:

Estado do Pará
ASCII -> 69 115 116 97 100 111 32 100 111 32 80 97 114 160



32
33 !
34 "
35 #
36 $
37 %
38 &
39 '
40 (
41 )
42 *
43 +
44 ,
45 -
46 .
47 /
48 0
49 1
50 2
51 3
52 4
53 5
54 6
55 7
56 8
57 9
58 :
59 ;
60 < 61 =" 62">
63 ?
64 @
65 A
66 B
67 C
68 D
69 E
70 F
71 G
72 H
73 I
74 J
75 K
76 L
77 M
78 N
79 O
80 P
81 Q
82 R
83 S
84 T
85 U
86 V
87 W
88 X
89 Y
90 Z
91 [
92
93 ]
94 ^
95 _
96 `
97 a
98 b
99 c
100 d
101 e
102 f
103 g
104 h
105 i
106 j
107 k
108 l
109 m
110 n
111 o
112 p
113 q
114 r
115 s
116 t
117 u
118 v
119 w
120 x
121 y
122 z
123 {
124 |
125 }
126 ~
127 DEL



Bem, para ratificar o seu entendimento do exposto acima, comente com suas palavras o que seria o código ASCII e o que significa o seu acrônimo. Pesquise também as possíveis razões dos computadores utilizarem o sistema numérico binário.

O texto faz referencia a Bits e Bytes, qual a relação que existe entre essas duas palavras?

quinta-feira, 11 de março de 2010

Internet 1



A internet surgiu como um meio alternativo de comunicação entre as bases americanas durante a guerra fria, em um período onde o mundo estava polarizado entre os Estados Unidos (E.U.A) e a União das Republicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S) durante o tenso período da Guerra Fria.

Após a guerra fria, os Norte Americanos direcionaram esse novo meio de comunicação para integrar as Universidades e Centros de pesquisas mundo a fora. Lembro que em 1995 tive o contato pela primeira vez na Universidade Federal do Pará com a Internet. Naquela época quase nada de interatividade existia na grande Rede (Internet) para as pessoas que as utilizavam, era tudo textual, muitos comandos, um mundo restrito, hoje no ato de um clicar do mouse podemos ativar inúmeros eventos.

Por falar em interatividade, ouvimos falar em navegadores, Browsers, Internet Explorer, Firefox, Google Chrome, Netscape. Esses nomes difíceis são produtos da indústria de Software (Programas de computadores) utilizados para facilitar nossa vida, são produtos que servem para o acesso ao conteúdo contido na grande rede.

A grande Rede composta de inúmeros servidores espalhados pelo mundo, localizados em vários países como no Brasil (.br), França (.fr), Itália (.it), Argentina (.ar) com os conteúdos que precisamos.

Outra questão interessante, é a forma como encontramos esses conteúdos, através de sites de busca como o google (http://www.google.com.br), altavista (http://www.altavista.com.br), aonde (http://www.aonde.com.br) . Nesses Sites de Busca podemos informar palavras chaves. O buscador (site de busca) irá fazer uma pesquisa e mostrará todos os sites que contenham as palavras chaves, lembrando que essas palavras são aquelas relevantes no contexto da busca a ser feita na internet, sendo um importante recurso quando desconhecemos o endereço de determinada página a ser acessada.

A sigla www significa "World Wide Web", em português, rede de alcance mundial "O largo mundo da Web". A sigla www é a mais utilizada para nomear servidores de páginas da web de todo o mundo.

Quando você digita www, seguido do ponto e o restante do endereço na barra de endereço do browser significa o nome do servidor da web a quem você deseja se conectar. O World Wide Web foi inventado em 1990, pelo inglês Timothy John Berners-Lee.

O ponto com (.com), ponto edu (educação), ponto mil (militar) descrevem se o site é para fins comerciais, educacionais, militares e outros ...

E para encerrar, existem várias formas de comunicação física entre computadores como cabo, ou via rádio freqüência. Hoje utilizamos com muita freqüência a internet sem fio, mas seu surgimento data de 1970 quando um pesquisador da University of Hawai (Universidade do Havaí) chamado Norman Abramson, juntamente com outros, estava criando uma solução para interligar computadores de ilhas remotas ao computador central na ilha de Honolulu. Porém, como lançar cabos pelo oceano era inviável, optou-se pela utilização de rádios de ondas curtas, esta rede que foi criada se chamava ALOHANET e nela, os usuários das ilhas remotas usavam uma freqüência de rádio para enviar pacotes (informações) para o computador principal e outra freqüência de rádio para receber os pacotes do computador principal.


ATIVIDADE:

1- O texto faz referência a comunicação física entre computadores, o que você compreendeu sobre isso?
2- O que são sites de busca? Cite alguns
3- O que foi a Guerra Fria?
4- Como sabemos onde determinado servidor está localizado?
5- Os sites são classificados de acordo com suas finalidades, como identificar isso em um endereço de página na Internet?
6- O que significa a palavra interatividade no contexto lido?
7- Como surgiu a Internet?

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Educação, sim; violência e indisciplina, não





Hoje, o Jornal Diário do Pará está com uma matéria sobre a violência na escola, tendo como fonte dos dados a Companhia Independente de Policiamento Escolar - CIPOE. Frequentemente, em minhas aulas de informática, coloco os alunos a refletirem sobre a situação da violência presente em nossas escolas e suas causas, juntamente com outros temas. Entre os textos utilizados, está um de Antônio Ermírio de Moraes, sempre tendo a preocupação formativa, como educador, no sentido de tentarmos mudar essa realidade.

É comum vermos a palavra treinamento por aí, quando na verdade temos o foco em uma formação mais ampla para os alunos, temos que criar formas agregando os conteúdos das disciplina e a formação humana, norteando meios para contribuir a uma abstração mais ampla e consequentemente mais crítica da realidade.



Educação, sim; violência e indisciplina, não

O ASSUNTO já é conhecido de todos _a violência nas escolas. O problema tomou proporções assustadoras. Os professores estão acuados. As agressões nas salas de aula vão dos insultos verbais aos desacatos pessoais e, muitas vezes, à violência física.

Igual vandalismo ocorre com o equipamento escolar. As carteiras são rabiscadas com palavreado ofensivo, os banheiros são emporcalhados, impedindo o uso decente, os livros das bibliotecas são depredados com raiva.

Em suma, as escolas públicas e privadas estão sendo habitadas por uma população de vândalos _adolescentes que buscam concentrar seu ódio em algum ponto para mostrar a sua aversão às regras e à disciplina da civilidade.

Os professores estão cada vez mais temerosos. Já se fala em fobia escolar. Muitos deles têm medo de entrar na sala de aula, pois sabem ser impotentes para enfrentar a agressividade da adolescência dos dias de hoje.

A situação é muito grave. Educadores e psicólogos têm estudado o assunto de vários ângulos. Ninguém chegou à fórmula mágica do respeito necessário. Os professores culpam os pais. Os pais culpam os professores. Professores e pais culpam os diretores. Os diretores culpam as autoridades educacionais, e assim vai. É um longo jogo de empurra-empurra, como bem classifica Rosely Sayão, psicóloga que trata desse tema com freqüência neste jornal.

De todas as explicações, impressiona-me a que analisa com profundidade a nova família. O mundo mudou muito nos últimos 50 anos, e a família mudou mais ainda. No passado, errava-se pelas agressões autoritárias praticadas contra os filhos por motivos banais. Hoje, erra-se pela falta de regras com que são criados os filhos.

Penso ser pouco numeroso o grupo de alunos que são disciplinados em casa e indisciplinados na escola. O comportamento escolar reflete, em grande parte, o que é ensinado pelos pais.

Os pais modernos ficaram sem tempo para educar os filhos. Estes tendem a ficar sozinhos em casa ou envolvidos por verdadeiras gangues cujo padrão de comportamento vai do assalto verbal à agressão física, passando pelas drogas e sexo descontrolados. A família moderna terceirizou a educação dos filhos deixou-os a cargo de empregadas sem tempo e preparo para substituir os pais ou simplesmente deixou os filhos como reféns de grupos que cultivam o desrespeito.

Sei que esse problema é uma das preocupações centrais das autoridades educacionais de hoje. Vejo com bons olhos algumas experiências que parecem reduzir o grau de violência escolar, como é o caso da abertura das escolas aos alunos e pais nos fins de semana, a intensificação das atividades esportivas, o estímulo à música através de orquestras e corais, a explicação da razão de ser das regras escolares e várias outras.

Mas o problema está longe de ser resolvido, porque os adolescentes agressivos e violentos estão, na verdade, mostrando o resultado do abandono familiar. É um problema de grande gravidade, que não se resolve com atos de governo ou com punições dos jovens. Os pais têm de se conscientizar que a escola não pode consertar o que eles estragam em casa.

Antônio Ermírio de Moraes

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Integração: Visão Cartesiana X Visão Sistêmica



* Áreas de Interdependências


Hoje, 13/02/2010 - 18:00, estou em Muaná (Marajó). Trabalhando na modalidade da Educação à Distância do IFPA, no momento presencial do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, achando de extrema importância uma disciplina da matriz curricular do curso: Gestão Organizacional. Propondo aos futuros profissionais, da área de desenvolvimento de Software, o desenlvimento de visão sistêmica e concepção crítica da nova realidade organizacional, mostrando a importância da tecnologia e da informação, bem como do seu gerenciamento, para o desenvolvimento de estratégias organizacionais competitivas, com base nos novos paradigmas administrativos.

No material do curso encontrei algo que debatemos no dia a dia em nossas escolas, a interligação das disciplinas que compõe as matrizes de nossas escolas no ensino médio, com exemplos das abordagens das realações das áreas do conhecimento.

Em um dos artigos, do material de estudo da disciplina, realiza-se referencia à palavra mudança. Tanto no cenário mundial, quanto no Brasil. Vivencia-se uma nova ordem que tem suas bases nas mudanças paradigmáticas por que passa este fim de século, tanto do ponto de vista social, econômico, cultural, político, tecnológico e outros.

Temos duas abordagens a tradicional e a sistêmica. Na tradicional, existe o isolamento, da análise como fim em si mesma e cada vez mais atomística, enquanto na abordagem sistêmica existe a agregação da busca do comum, das interfaces, da completariedade nas várias áreas do conhecimento.

Aurélio Peccei – um dos fundadores do Clube de Roma –, em seu livro Cem páginas para o futuro, resume, por meio de uma representação, a interdependência e a interação das diversas áreas, a primeira ilustração acima.

A idéia da complementariedade e da unificação das ciencias é antiga. Já era estudada por Bertalanffy antes da II grande Guerra, os seus trabalhos iniciais datam dos anos 20 e são sobre a abordagem orgânica. Com efeito, Bertalanffy não concordava com a visão cartesiana do universo. Colocou então uma abordagem orgânica da biologia e tentou fazer aceitar a ideia de que o organismo é um todo maior que a soma das suas partes.

Criticou a visão de que o mundo é dividido em diferentes áreas, como física, química, biologia, psicologia, etc. Ao contrário, sugeria que se deve estudar sistemas globalmente, de forma a envolver todas as suas interdependências, pois cada um dos elementos, ao serem reunidos para constituir uma unidade funcional maior, desenvolvem qualidades que não se encontram em seus componentes isolados.

Podemos concluir que um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação, significando que os elementos se relacionam, e importante frisar, que o comportamento de um elemento é diferente de seu comportamento em outra relação. Hoje, perante os desafios do momento, deve existir a compreensão dos sistemas e as ligações dos elementos que o compõe.

Nós educadores, devemos fazer o exercício das várias integrações. Ao pensarmos que o telefone, o rádio, a televisão e agora as tecnologias da informação e da comunicação, que revolucionaram os dois ultimos séculos, irradiam a informação em vez de se excluírem, complementam-se, potencializam-se mutuamente.

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Artigo:

A compreensão da sociedade da informação

Maria Alice Guimarães Borges
Professora do Departamento de Ciência da Informação e
Documentação da Universidade de Brasília; mestre em Ciência da
Informação.


"As novas tecnologias, os novos mercados, as novas mídias, os novos consumidores desta era da informação e do conhecimento conseguiram transformar o mundo em uma grande sociedade, globalizada e globalizante; mas o homem, diante dessa nova realidade, continua o mesmo: íntegro na sua individualidade, na sua personalidade, nas suas aspirações, na defesa de seus direitos, na busca da sua felicidade e de suas realizações, e no comando desta mudança, como o único ser dotado de vontade, inteligência e conhecimento capaz de compreender os desafios e definir os passos que direcionarão seu próprio futuro."

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Lições Neoliberais




Vivemos no ano anterior (2009) uma das maiores crises econômicas da história, o mundo passou a repensar sobre o Neoliberalismo e consequente restrição à intervenção estatal sobre a economia, só devendo esta ocorrer em setores imprescindíveis e ainda assim num grau mínimo.

Hoje vivemos um momento da proposta da reativação da TELEBRÁS, a explosão da tecnologia da banda larga auxilia os demais setores a irem ao encontro de seus objetivos. O Brasil com suas dimensões continentais necessita de um ágio sistema de comunicação, além de ir ao encontro dos menos favorecidas.

A internet está chegando, nos morros do Rio de Janeiro, nas comunidades carentes, escolas ...

Hoje o governo precisa estar nas mãos das empresas privadas para ir onde deseja, o setor de Telecomunicações é estratégico para o país. Temos o BrasilSat (satélite brasileiro) que foi vendido para uma empresa Americana juntamente com a Embratel, hoje nas mão dos Mexicanos, na época do defensor das causas sociais Fernando Henrique Cardoso.

Hoje, em nosso estado, existe a integração da comunicação através de vias estatais de fibras óticas e sem fio (como nas escolas tecnológicas) onde antes tal conexão era realizada pela OI, antiga TELEPARÁ em nosso estado. É claro que existem problemas no Navegapará (em fase de implantação), mas é uma demonstração de como o estado pode beneficiar a sociedade utilizando-se de seus próprios recursos.

Não quero dizer que o setor todo deva ser estatizado, muito pelo contrário, a forma como foi realizada é o x da questão. Penso que o setor de telecomunicações deveria ser aberto a empresas privadas que desejassem a exploração do mercado e a empresa estatal deveria permanecer.

Coloco abaixo uma matéria publicada na Agencia Estado sobre o que o atual governo pensa sobre o assunto



Em reunião, Lula defende volta da Telebrás

Em uma reunião convocada para discutir o Plano Nacional de Banda Larga, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a intenção do governo de reativar a Telebrás para que a empresa funcione como a operadora estatal dos serviços de internet rápida no Brasil. “Queremos fazer a Telebrás voltar a funcionar” disse o presidente, segundo relato do coordenador do programa Software Livre Brasil, Marcelo Branco, que participou do encontro, na noite de terça-feira, juntamente com outros representantes da sociedade civil.

A eventual entrada no mercado de um competidor estatal tem preocupado as empresas privadas. As teles, representadas pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), mandaram uma carta, no início da semana, para o presidente Lula, solicitando a participação nas discussões do plano. A Casa Civil marcou para amanhã, às 10 horas, uma reunião com os presidentes das principais operadoras, entre elas Oi, Telefônica, Embratel, Vivo, Claro e TIM.

“A gente entende que um plano dessa magnitude, dessa complexidade, exige um maior debate público com a sociedade e com o setor que está realizando os investimentos”, afirmou o superintendente executivo da Telebrasil, César Rômulo Silveira Neto. As teles já apresentaram um plano em que pedem desoneração tributária e liberação de recursos de fundos setoriais.

A manifestação do presidente em favor da revitalização da Telebrás foi confirmada também por outros participantes da reunião. A explicação de técnicos do governo é de que a estatal já está juridicamente constituída e que, por isso, é mais fácil recorrer a ela como “embrião” do plano de massificação da banda larga. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Agência Estado)